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PSICOLARANJA

O lado paranóico da política

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O lado paranóico da política

A ler...

Guilherme Diaz-Bérrio, 12.12.11

 

A entrevista de Filipe de Botton, disponivel no iOnline:

O que mais me preocupa como cidadão é ver supostamente os grandes líderes europeus e os grandes líderes mundiais a papaguearem as mesmas banalidades que eu papagueio nos almoços com os meus amigos.

 

(...)

 

Depois choca-me ver antigos dirigentes, nomeadamente de Portugal, como José Sócrates, que foram grandes responsáveis pela situação actual, fazerem afirmações completamente deslocadas. Mais ganhavam em estar calados e terem vergonha na cara. É miserável.

 

(...)

 

Se tem havido actuação [do eixo franco-alemão], não temos dado por ela. Há seis meses que, de cimeira decisiva em cimeira decisiva, essa actuação tem sido tão subliminar e tão discreta que leva a que tudo esteja na mesma.

 

(...)

 

A mim choca-me falar-se de políticas. Deve-se falar é de empresários. Quem faz e quem determina o desenvolvimento das empresas em termos de desenvolvimento económico são os empresários. O governo deve regular, estar o mais distante possível da economia real, e quando muito controlar à posteriori. Mas de forma alguma ser ele a definir as políticas industriais.

 

(...)

 

O maior problema que existe em Portugal ao nível das empresas é a classe empresarial. Todos nós somos pouco formados, pouco cosmopolitas, e enquadramos menos bem as pessoas que connosco trabalham. (...) É isso que nos falta em Portugal. Capacidade de liderança.

No final do dia, tem toda a razão!

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