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PSICOLARANJA

O lado paranóico da política

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O lado paranóico da política

World Economy

Paulo Colaço, 30.01.08

Li hoje um artigo no DN que me preocupou:

“Em 2008, o mundo crescerá ao ritmo mais baixo dos últimos cinco anos e este abrandamento vai afectar todos os países. Esta é a principal ideia transmitida ontem pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) na actualização das suas previsões para a economia mundial, que incluem uma revisão em baixa das estimativas para os EUA, Europa e mundo.

“Nenhum país escapará ao abrandamento económico", explicou, numa conferência de imprensa em Washington, o economista-chefe do FMI, Simon Johnson, que preferiu não utilizar a palavra crise, mas sublinhar a importância do momento. "É um abrandamento significativo e é global, sem dúvida", acrescentou.

No relatório, o FMI sublinha que "o equilíbrio geral de riscos para o crescimento económico ainda está marcado por um abrandamento". E explica porquê: "os problemas no mercado financeiro com origem no sector do crédito hipotecário de alto risco (subprime) nos EUA intensificaram-se, enquanto a profunda queda das bolsas globais foi sintomática da crescente incerteza". Como consequência, "o maior risco (...) é que a turbulência nos mercados financeiros reduza adicionalmente a procura doméstica nas economias desenvolvidas e contagie os mercados emergentes". Os quais, apesar do abrandamento esperado, "têm continuado a expandir-se de forma sólida, liderados pela China e Índia"”

Portugal como tal, será afectado e o artigo ainda reforça esta afirmação com a análise da economista-chefe do BPI, Cristina Casalinho.

Nós já estamos praticamente no fundo do poço, as nossas políticas económicas pouco se desenvolvem, as que se desenvolvem não trazem resultados. Será que temos força para aguentar mais uma crise em cima de nós?

Senhores psico-economistas, psicóticos e psico-amigos que dizem?

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