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PSICOLARANJA

O lado paranóico da política

PSICOLARANJA

O lado paranóico da política

Panaceias

Essi Silva, 03.09.12

 

Se num ponto concordo com as afirmações de Cândida Almeida, numa conferência da UV, que é vergonhoso, como um Tribunal com a importância, dever de objectividade e transparência como o Tribunal Constitucional, que é pêndulo para decidir questões legislativas fracturantes, é constituído por juízes escolhidos pelas pressões partidárias; acho rídiculas as restantes afirmações da procuradora-geral da DCIAP.

 

“Digo olhos nos olhos: O nosso país não é corrupto, os nossos políticos não são corruptos, os nossos dirigentes não são corruptos”, afirmou Cândida Almeida.

 

Quando uma aluna perguntou como se poderia explicar, que José Sócrates, ex-primeiro-ministro, vivia uma vida luxuosa em Paris, com a remuneração que tinha tido na função, a procuradora afirmou que não se podia fazer uma "caça às bruxas" e que não existiam mecanismos legislativos para investigar.

 

O que eu não percebo, é de que país fala Cândida Almeida. Não deve ser de Portugal, de certeza.

Casos de corrupção, a chegarem aos Tribunais e, das três uma, ou serem arquivados, perdidos ou deixados em "águas de bacalhau", não faltam.

O que aconteceu com o caso Freeport?

Qual será o desfecho do caso Isaltino? E os ouros tantos que não se fala, porque não interessa?

A procuradora troca emails com o colega de Essen, mediante o caso Freeport, mas não obtém resposta para os documentos que solicitou?

 

Enfim. A culpa é dos lobbys......

 

Há que contextualizar Orwell...

Rui C Pinto, 02.09.12

Não, Ricardo. A verdadeira luta ideológica não se dá entre aqueles que confiam cegamente na Função Pública, sacrificando tudo aos seus sonhos e aqueles que percebem que a Liberdade é fundamental para que a sociedade se organize de forma eficiente e a inovação floresça

 

A verdadeira luta ideológica dá-se entre aqueles que defendem a distribuição de riqueza por acreditarem que a prosperidade pessoal e a liberdade individual é vivida num contexto social e entre aqueles que acreditam que a prosperidade pessoal e a liberdade individual é vivida independentemente do contexto. Colocando de forma gráfica, tu viverias lindamente no contexto da imagem seguinte, eu não. 

 

Duas visões de sociedade

Rui C Pinto, 01.09.12

Dizia, há pouco, na Universidade de Verão que o país precisa de empresários e trabalhadores, e não de patrões e empregados. 

 

Estra fase resume o combate entre duas visões de sociedade que existe no país e dentro do PSD. Basta comparar as intervenções públicas de António Borges e as de Paula Teixeira da Cruz. O país precisa de lucro e empresas solventes como nunca antes precisou, mas não pode permitir que isso seja conseguido à custa da dignidade dos seus cidadãos. 

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