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PSICOLARANJA

O lado paranóico da política

PSICOLARANJA

O lado paranóico da política

Quais Óscares, Qual Carapuça?!?!

Bruno Ribeiro, 21.02.09

Por sugestão do nosso JFD, o Psico resolveu concretizar um projecto que já estava para ver a luz do dia desde finais de 2007: os PsicoAwards. Cada Psicótico fez a sua “revisão da matéria dada” e chegámos à indicação de três nomeados para cada um dos oito prémios que criámos, divididos por representantes das áreas política e extra-política.

 

Abaixo fica a lista para que todos possam comentar e irem fazendo as Vossas apostas e sugestões para o dia do anúncio final, na próxima 3ª feira.

 

Categoria A: Será Psicose? Para a figura mais destacada de 2008

 

Entre os políticos temos um Barack Obama que concretizou o passado no presente e irá levá-lo ao futuro, Manuela Ferreira Leite: a prova dada pelos “consumidores” do PSD de que a um “produto” não basta ser comercial e Nicolas Sarkozy, um homem da Europa, um líder nato, uma fonte de segurança!

 

 

Quanto aos “não-políticos”, os nomeados são um Cristiano Ronaldo que joga com bota dourada e dribla em áurea bola, Michael Phelps, o homem imbatível que ganhou em todas e o nosso campeão olímpico Nélson Évora cujo feito podemos resumir como: um homem, uma medalha uma nação!

 

Categoria B: Não te esqueceremos! Para o acontecimento de maior destaque em 2008

 

Inevitavelmente, as Eleições nos EUA, como momento ímpar na História que foram, teriam de estar presentes. A Independência do Kosovo e o seu reconhecimento por parte da Comunidade Internacional que marca um novo capítulo na História das Relações Internacionais não podia também faltar. Tal como a Vitória de Manuela Ferreira Leite nas eleições directas do PSD que, pela exigência de transparência e verdade que a nova líder trouxe, assume o estatuto de acontecimento do ano.

 

Fora da política, tivemos um ano em que se realizaram os Jogos Olímpicos de Pequim, que permitiram à China tornar-se – com os anéis olímpicos – definitivamente uma nação bling-bling. Houve também o Euro 2008 sendo que o Campeonato da Europa é sempre – apesar da glória de um Mundial – o certame onde se vê o melhor futebol de selecções. E tivemos um 2008 em que à medida que avançavam os dias parecia não parar a Escalada dos preços do Petróleo com o Mundo nas mãos do “ouro negro”.

 

Categoria C: Psicolaranja Azeda, para a pior figura de 2008

 

Quem terá sido o pior político? José Sócrates, provando que no pior pano também cai a nódoa? Ou a sua ministra Maria de Lurdes Rodrigues, que trouxe a crise para a Educação, criando obstáculos à formação? Ou ainda o ditador Mugabe que nos faz pensar que o problema da Humanidade é não lembrar o passado quando se decide o futuro? 

 

Mas como nem só de políticos vive o Psico, também temos prémio para atribuir entre estes 3 candidatos: Amy Winehouse que depois de uma morte anunciada, deve ter feito uma “Rehab” mas acabou por ser a própria a avisar que You know I’m no good; o escandaloso Bernard Madoff, um dos pais da crise que aí está; e o dinossauro olímpico Vicente de Moura que nos lembrou que a instabilidade emocional não é digna de um líder.

 

Categoria D: Psicolaranja Amarga, para o pior acontecimento de 2008

 

A Guerra em Gaza com o Hamas a querer acabar com o bloqueio económico de Israel que diz só querer acabar com os bombardeamentos palestinianos. Quid Iuris? Mais conflitos armados houve, como a Guerra na Ossétia do Sul em que o ambiente quente da Guerra Fria voltou a estar presente, colocando o mundo diplomático em sobressalto. Um grande passo atrás na construção europeia foi a Rejeição do Tratado de Lisboa pela Irlanda.

 

Fora da esfera política, tivemos em 2008 uma Crise Económica e Financeira Internacional como há muito não se via e que nos fará a todos pensar em bancos a fechar quando lembrarmos o ano que passou. Cá pelo burgo, surfámos numa Onda de Criminalidade que nos faz viver com medo e perguntar para onde caminhamos, vendo lá longe um 2003 em que éramos o segundo país mais seguro da Europa. O Mundo abalou ainda com a tragédia humanitária provocada pelo Terramoto de Sichuan.

 

Texto escrito por: Bruno Ribeiro, Tiago Sousa Dias e Jorge Fonseca Dias com a colaboração de André Machado, Elisabete Oliveira, Elsa Picão, João Marques, Margarida Balseiro Lopes, Nélson Ramires Faria, Paulo Colaço e Tânia Martins

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