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PSICOLARANJA

O lado paranóico da política

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O lado paranóico da política

Legalize it or not?

Luís Nogueira, 10.03.09

 

No período actual da vida do país, em que o PS de Sócrates transpira uma vontade de debate no que confere a causas de ruptura, como são o casamento entre pessoas do mesmo sexo e a legalização da eutanásia, penso que a discussão sobre a legalização da prostituição também poderia entrar nessa “agenda”.

 

Os argumentos a favor da legalização da “mais velha profissão do mundo” são variados. Estes começam nas razões de saúde pública, passando para questões de segurança pessoal, quer dos “profissionais” como dos “clientes”, e acabando até em razões do âmbito económico e tributário.

 

Os argumentos contra a legalização desta actividade são conhecidos. Partem do ponto de vista ético e moral, onde esta prática pressupõe uma violação da dignidade do Ser Humano, passando pelas sérias reservas de que com a legalização se pode disseminar ainda mais o “mercado” do sexo pago, já agravado pela presente crise económica, e acabam nas dúvidas levantadas sobre como seria feita uma fiscalização por parte do Estado a esse mesmo “mercado”.

 

Apesar de me enquadrar na segunda caixa de argumentos que é contrária a esta prática, pergunto: devemos ou não caminhar para a legalização da prostituição em Portugal, à semelhança do que já existe na Holanda, na Alemanha e na Nova Zelândia? Devemos deixar estar tudo como está? Que respostas poderemos dar a este fenómeno?

 

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