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PSICOLARANJA

O lado paranóico da política

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O lado paranóico da política

… sacrifícios pessoais, perda de liberdades e de direitos

Paulo Colaço, 14.03.09

A GNR está na cauda da Europa ao nível das condições de trabalho. É o que diz a Confederação Europeia de Polícias, reunida em Lisboa.

 
A GNR, maior força de segurança portuguesa, continua a ter soldados a trabalhar, nalguns casos, 72 horas seguidas, estando a definição dos horários à mercê da vontade das chefias. "E todos têm de obedecer sem direito a recurso".
 
As propostas de novos estatutos têm sido contestadas por profissionais da PSP e da GNR, embora esta última força ainda não tenham recebido o projecto.
 
"Não posso reconhecer como positivo que no preâmbulo do estatuto se diga que a profissão policial requer sacrifícios pessoais, perda de liberdades e de direitos", disse Armando Ferreira, presidente do Sindicato Nacional da Polícia. (link)
 
Como pode um agente de segurança garantir a paz na rua quando a paz na sua carreira não é preocupação nem das chefias nem da tutela?

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