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PSICOLARANJA

O lado paranóico da política

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O lado paranóico da política

O dono do Marquês

Paulo Colaço, 12.04.09

José Sá Fernandes, parece estar fixado no Marquês de Pombal: foi o principal ponta-de-lança da cruzada contra o túnel. Ora hoje é unanimemente reconhecido que a obra trouxe mais benefícios que prejuízos. Agora Sá Fernandes argumenta que os outdoors do Marquês "afectam a paisagem urbana". Então e as bolas da TMN, que o mesmo Sá Fernandes autorizou? Ou o encerramento da Av. da Liberdade para a promoção da F1, ou da Praça das Flores para a promoção de uma marca de carros?

 
Sá Fernandes acha que não. Afinal, todas estas decisões foram tomadas por ele. E se é verdade que, ao contrário do que acontece com os outdoors, o aluguer do espaço público é gerador de receitas para os cofres da câmara municipal, o facto é que todos os cidadãos e entidades têm que ser iguais perante a lei. Aos responsáveis políticos, por maioria de razão, cabe assegurar que assim é. Pior: todos os lisboetas se lembram dos outdoors com o slogan "O Zé faz falta", espalhados pela cidade. O Marquês de Pombal não foi excepção. (in Editorial do DN 12-04-2009)
 
Diz-se que Costa  integrará o dono do Marquês nas suas listas.
E assim vão, felizmente, crescendo as possibilidades de Santana Lopes ganhar as próximas autárquicas.

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