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PSICOLARANJA

O lado paranóico da política

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O lado paranóico da política

Os 3,5% de excitação socialista

Luís Nogueira, 15.04.09

 

"O Banco de Portugal reviu hoje em baixa a previsão para a evolução da actividade económica em 2009, antecipando agora uma contracção de 3,5 por cento no Produto Interno Bruto (PIB). [...] A confirmarem-se estes valores, em 2009, a economia portuguesa entrará na recessão mais forte desde 1974 depois de no ano passado a economia já ter estagnado."
 

Não são os profetas da desgraça que o dizem. É a realidade. O país está a afundar, literalmente. E José Sócrates conjuntamente com os seus ministros teimam em não aceitar as evidências, até de quem já no passado, recriou os números do défice das contas públicas. O PS e o Governo querem encetar uma fuga para frente, com investimentos públicos cada vez maiores e mais onerosos, que ajudam apenas os mesmos e que nos irão hipotecar no futuro, sabe-se-lá até quando e com que sacrifício.

 

Registo com agrado as preocupações legítimas do Presidente da República. Mas não chegam. Até porque o sentimento de descontentamento nas ruas cresce, a cada dia que passa. São precisas menos palavras e mais medidas e acções concretas junto de quem é mais afectado pela crise. A esse número de pessoas crescente, a propaganda de Sócrates não lhes interessa ou cada vez lhes diz menos.

 

O país precisa de mudar, sob pena de afundar de vez. Seria melhor mudarmos agora, do que daqui a 4 ou 5 anos, onde presumivelmente deixaremos de receber tanto dinheiro da UE como hoje recebemos. A este ritmo José Sócrates arrisca-se muito provavelmente a ser o que Manuela Ferreira Leite disse em tempos. "José Sócrates é o Coveiro da Pátria".

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