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PSICOLARANJA

O lado paranóico da política

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O lado paranóico da política

Cadê as nossas crianças?

Inês Rocheta Cassiano, 26.08.08
Que a União Europeia tem uma pirâmide etária envelhecida não é novidade para ninguém. Que o crescimento natural dos países é cada vez mais diminuto ou negativo também já não nos surpreende. Ao tomar conhecimento do recente estudo do Eurostat é ainda mais angustiante e preocupante perceber o rumo que as sociedades seguem.

Segundo o Instituto de Estatística Europeu, no ano de 2035, cerca de um quarto da população europeia terá idade superior a 65 anos e daqui a uns meros 7 anos, a mortalidade ultrapassará a natalidade.

São dados de pura mentalidade de países ditos desenvolvidos que deviam apostar em medidas natalistas. Os filhos tornaram-se fonte de despesa, ao invés do que se passava há umas décadas atrás em que os filhos eram encarados como outra fonte de receita para o orçamento familiar.

Como iremos travar e inverter a nossa pirâmide populacional? Somente à custa de subsídios no período pré e pós natal? Não serão necessários mais sistemas de apoio? Ou estaremos nós no caminho certo? E ainda dizem que o melhor do mundo são as crianças...

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