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PSICOLARANJA

O lado paranóico da política

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O lado paranóico da política

Um exemplo de coerência?

jfd, 04.05.09

O presidente da Câmara de Gaia, Luís Filipe Menezes, manifestou-se hoje contra um Governo de Bloco Central, que diz não ser essencial para a estabilidade política do país, e considerou «absurdo» falar já sobre o assunto. (...)

 

 

(...) Na sua primeira entrevista enquanto presidente do PSD, dada à TVI em 1 de Julho de 2008, Manuela Ferreira Leite criticou expressamente a ideia da reedição do Bloco Central.

«Para a vida saudável de uma democracia não se pode esperar que seja aceitável que um projecto do país seja os dois partidos da alternância estarem juntos. Isso é completamente contra a vida saudável de uma democracia» , disse.

 

 

 

(...)O PSD também não se inclina para acordos de governação com os socialistas, depois do ex-presidente da República, Jorge Sampaio, ter dito em entrevista ao Diário Económico, que o Bloco Central pode ser uma realidade necessária após as próximas legislativas.

O social-democrata Paulo Rangel diz que este não é «um cenário nada viável», na medida em que «não há governabilidade com políticas inconciliáveis».

 

 

 

(...) Passos Coelho escreve que "o PSD não poderá nunca ser visto como a muleta de governo do PS" porque "deve ter a ambição de ser a alternativa de governo ao PS", alternativa "real e não meramente formal". (...)

 

 

 

A mim parece-me um bom exemplo.

Mas teimam em separar as pessoas, os simpatizantes e em demonizar as tendências.

É vergonhosa a forma como alguns de dentro, disfarçados de cordeiros, se fazem de vítimas de quem é legitima e abertamente, quem é.

Só juntos é que vencemos. Mas não é em carneirada.

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