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PSICOLARANJA

O lado paranóico da política

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O lado paranóico da política

Já chamam por nós

Paulo Colaço, 08.06.09

Vivi intensamente estas europeias.

- Porque o cabeça-de-lista empolgou o Partido
- Porque, de entre uma grande lista, duas pessoas puxavam sobremaneira pelo meu entusiasmo: o Carlos Coelho e o Joaquim Biancard
- Porque sabia que era possível ganhar e nada (interna ou externamente) me desmotivaria
- Porque uma vitória catapultaria o PSD para outros voos
- E porque, no meu concelho, esta eleição seria um teste à força eleitoral da coligação PSD/CDS-PP que está a trabalhar para as autárquicas.
 
A campanha foi difícil.
Com sondagens manhosas, com o PM a dar o litro pelo seu partido, com um adversário que (em desespero) desceu mesmo muito baixo, com partidos radicais a fazerem campanhas intelectualmente desonestas, com dirigentes internos a tentarem beliscar o próprio PSD para o enfraquecerem, com um povo desmoralizado e de desmobilização complicada, enfim... nada era pêra doce.
 
Mas Paulo Rangel crescia de dia para dia, a JSD trabalhava loucamente no terreno, os candidatos agigantavam-se, os companheiros ganhavam ânimo, as indecências da oposição viravam-se contra os próprios, os adversários internos só conseguiam que os militantes se unissem mais.
 
Ontem ganhámos. Muitas emoções me invadem, mas a mais forte é a alegria. Voltámos ao activo! Somos a única alternativa credível para liderar Portugal. Continuemos a trabalhar!

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