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PSICOLARANJA

O lado paranóico da política

PSICOLARANJA

O lado paranóico da política

Palavra de Manuela

Diogo Agostinho, 26.06.09

Manuela Ferreira Leite e Paulo Rangel em Lisboa por retrato da verdade.

 

“Foi presidente do partido, foi primeiro-ministro e foi deputado depois de ter exercido essas funções. E, depois do partido ter definido como critério que alguém candidato a uma autarquia não se devia candidatar a deputado por uma questão de seriedade perante o eleitorado, o Pedro Santana Lopes teve a humildade de optar por candidatar-se a uma autarquia.”
 

Apontou o candidato do PSD a Lisboa como um "Exemplo democrático"!

 

Eu afirmo mais, são dois bons exemplos democráticos, a opção e sobretudo a linha política defendida de proibir um deputado de se candidatar a uma autarquia e vice-versa. Assim se credibiliza a política. Assim se aumenta a participação política, que tanta falta faz. Já chega dos que vão a todas e ao mesmo tempo!

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