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PSICOLARANJA

O lado paranóico da política

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O lado paranóico da política

Vendida? - Parece que afinal também faz falta!

jfd, 03.12.09

A vereadora da Câmara de Lisboa Helena Roseta, eleita pelo PS, ajudou a autarquia a viabilizar os protocolos que vão ser assinados com a administração do porto de Lisboa (APL) e com a Liscont, depois de ter solicitado à Assembleia da República a "revogação imediata" do decreto-lei que rege o prolongamento da concessão do terminal de Alcântara.
"Não prescindo da revogação do decreto de lei", garantiu a responsável aos jornalistas depois da reunião camarária. Roseta sublinhou porém a importância do que a Câmara conquistou com a cedência pela APL de espaços que não eram de uso exclusivamente portuário e realçou que o Plano de Urbanização de Alcântara, em elaboração, "vincula todas as entidades e implicará uma consulta pública e uma avaliação ambiental".

Ficou por perceber por que razão a vereadora aprovou o protocolo com a APL e se absteve em relação ao da Liscont. "Como assumi que o diploma deve ser revogado estava dividida", disse. Apesar das justificações, os vereadores da oposição contestaram a postura de Roseta, assim como os protocolos, que, defenderam, prevêem indemnizações em defesa da concessionária.

O presidente da Câmara, António Costa, preferiu destacar os pontos positivos dos protocolos, adiantando que vão permitir a cedência da área entre a avenida Brasília e a gare marítima de Alcântara para espaço público, com a criação de uma praça que o município quer baptizar de Amália Rodrigues. Prevêem ainda que a altura seja limitada ao máximo de cinco contentores empilhados.

Estes protocolos poderão contudo não passar de meras intenções, pois PSD, BE e PCP já entregaram no Parlamento projectos de lei para a revogação dos contrato dos contentores.

in CM

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