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PSICOLARANJA

O lado paranóico da política

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O lado paranóico da política

O tempo e a história vão contar...

Diogo Agostinho, 18.06.10

 

Ora, cá estamos neste período histórico. A tão falada crise serve para tudo. Serve para não ser escandaloso o aumento do número de desempregados, quando o então líder de oposição Sócrates bradava aos ceús que 7% era um número que iria perseguir o então Primeiro-Ministro. Serve para, imagine-se só, introduzir portagens nas mui queridas SCUTS. Cereja no topo do bolo, serve para passar os feriados para as segundas ou sextas, para não existirem pontes.

 

Isto tudo veio da boa moeda. Ora que boa moeda esta. Mas, esperem não eram estas medidas da má moeda? Não eram estas medidas daquele Governo de 4 meses que eram só trapalhadas? Não eram estas medidas de quem não tem perfil para governar? Não tem perfil para liderar o País em tempo de crise? Eram pois claro. Mas o senhor em causa viu sair um Ministro do Desporto, o último da hierarquia e isso claramente afectou a estabilidade em Portugal. Qual Campos e Cunha a dar à sola, qual Freitas com doença conveniente, qual Costa a ir tratar da vida. Isto sim é que é bom. Nem influencia os meios de comunicação social. Quais casos Manuelas Mouras Guedes, José Manuel Fernandes, José António Saraiva. Não, Marcelo nem foi despachado da RTP. Que ideia. Mas desta vez não havia motivo para ir a Belém? Não. Está tudo normal. Está tudo tão calmo, tudo rola.

 

É a crise. E como tal o mundo mudou, com uma notória (des)valorização da moeda em Portugal, em todo o lado!

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