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PSICOLARANJA

O lado paranóico da política

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O lado paranóico da política

Pensar nacional, agir regional

Beatriz Ferreira, 23.09.10

O PSD integrou no projecto da Revisão Constitucional o tema tabu da regionalização, abrindo as portas à possibilidade de criação de experiências de governação regional, denominadas regiões-piloto, onde se põem em prática novos modelos de gestão do território.

 

Falamos de um sistema intermédio e gradual, menos agressivo e impositivo que a Regionalização tradicional (tudo como na Madeira e Açores), podendo definir-se diferentes regimes se necessário.

 

É fundamental que em Portugal se pense regional, mesmo em crise. Aliás, especialmente em crise! É uma oportunidade de cada região encontrar o seu nicho de mercado e concentrar-se no que faz melhor, de acordo com os seus recursos e experiencia.

 

Existem direcções regionais para tudo e mais alguma coisa, cada uma com os seus serviços, administrativos, técnicos e planos, mas o conhecimento produzido é desperdiçado quando se perde ao saltitar de gabinete em gabinete. Por isso, a constituição de regiões é também uma oportunidade para agilizar os diversos (os milhares) organismos regionais que se forem correctamente interligados, formam um autêntico governo regional, formal ou informal, com menor número de pessoas.

 

Regiões-piloto…porque não?

 

 

 

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