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PSICOLARANJA

O lado paranóico da política

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O lado paranóico da política

Eu estou com os monárquicos!

Rui C Pinto, 21.12.10

Eu simpatizo com a causa monárquica, ainda que nunca aqui o tenha revelado. Há, em mim, um fulgor por títulos nobiliárquicos! Ainda que não tenha decidido qual o que melhor se me adequa!

 

Porém, há algumas condições prévias que gostaria de ver atendidas antes de ir para a rua lutar pelo sonho monárquico! Antes de mais, e aquela que possivelmente mais condiciona todos quantos querem gritar vivas ao Rei: quem é que vai ser eleito Rei? Vamos fazer uma eleição régia e depois o que ganhar fica para aí a gerar dinastia? Tem que ganhar com maioria? Vai a uma segunda volta? É preciso fazer as coisas com cabeça! É que o D. Duarte... Benzó Deus! Se até acredito no argumento de que numa monarquia o processo de sucessão garante um chefe de estado preparado e educado para o cargo, não me parece que a escolha do primeiro tenha por base um principio profundamente injusto de que o pai do tio do primo do avô foi em tempos rei... Especialmente num país onde descendemos todos, uns mais outros menos, do grande Afonso Henriques.

 

Segunda condição prévia: todo o português deve ter direito, uma vez instaurada a Monarquia, a um título nobiliárquico! Isto para evitar conflitos futuros, que já se sabe que o português tem tendência para a inveja.

 

Terceira e última condição: o Rei tem de ser laico! Não há cá missas nem rezas a apontar pra Meca. O Rei não deve professar nenhuma religião.

 

Salvaguardadas as condições, Viva o Rei, a Rainha e os Príncipes e as Princesas e todos nós, Duques de Portugal.

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