Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

PSICOLARANJA

O lado paranóico da política

PSICOLARANJA

O lado paranóico da política

A pergunta que interessa

Paulo Colaço, 09.01.13

Noticiam os jornais online que uma deputada do PS foi apanhada a conduzir com álcool a mais no sangue.

A senhora chama-se Glória Araújo e, refere o Público que conduzia com um nível de álcool "bem acima do limite a partir do qual esta infracção é qualificada como crime".

Depois disto, a pergunta que se coloca não é "será que esta senhora tem imunidade para isto?" mas sim "Glória quê?!".

Esta senhora é deputada desde 2005 e o país só agora sabe que ela existe.

Tudo isto porque nos vieram dizer que ela bebe e depois conduz!

Estas situações (termos deputados desconhecidos) dá força aos que defendem ideias de eficácia ou consequências duvidosas como círculos uninominais ou a redução do número de deputados. 

Felizmente para esta senhora, foi eleita pela primeira vez antes da aprovação da Lei da Paridade...


Perdão? Importa-se de repetir?

Guilherme Diaz-Bérrio, 15.10.09

 Início da sessão legislativa


Deus Pinheiro renuncia ao cargo de deputado 


Foi uma renúncia em tempo recorde. João de Deus Pinheiro, cabeça-de-lista do PSD por Braga, foi deputado pouco mais de meia hora. Logo após a posse dos novos deputados, depois das 10h00, reuniu-se a comissão de verificação de mandatos onde foi aprovada a renúncia ao mandato do ex-ministro dos Negócios Estrangeiros por “motivos pessoais”.


A saída de Deus Pinheiro apanhou de surpresa a direcção da bancada ainda em funções, que, apurou o PÚBLICO, chegou a sugerir que suspendesse por algumas semanas o mandato. Em vão. 


Para o lugar do deputado entra agora o presidente da JSD, Pedro Rodrigues, que não foi eleito directamente nas legislativas de 27 de Setembro.

 

Fonte: Público

 

Senhores... e que tal um pouco mais de respeito pelos eleitores que vos elegeram?

 

Depois queixamo-nos dos que criticam o PSD por ser "poder pelo poder", dos que criticarão João de Deus Pinheiro de dar a imagem de ser candidato a Ministro e não a deputado, ou dos que criticam os Partidos por fazerem da Assembleia da República um circo de tachos e cargos!

 

Assinado: Guilherme Diaz-Bérrio e Nuno do Carmo