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PSICOLARANJA

O lado paranóico da política

PSICOLARANJA

O lado paranóico da política

E que tal irem "gozar com o D. Pedro"!? (II)

Guilherme Diaz-Bérrio, 14.10.09

 Auto-estradas


Passivo da EP dispara 1400% num ano e meio


O passivo da Estradas de Portugal (EP) ultrapassou no final de Junho passado os 15,2 mil milhões de euros, o equivalente a quase 10% do PIB.


(...)


Em ano e meio, o passivo da empresa liderada por Almerindo Marques passou de 1.024 milhões de euros para mais de 15 mil milhões. 

 

Fonte: Jornal de Negócios

 

Para quem não percebeu eu explico: Desorçamentação!

 

Se não sair dos cofres do Estado (aka, Orçamento Geral do Estado) não é despesa pública - Contabilidade Pública funciona segundo a Optica de Fluxos de Caixa, ou seja, só há despesa quando o dinheiro é gasto. Se não sair dos OE mas, uma empresa pública gastar o dinheiro equivalente ao que se queria, então:

a) Não entra nas contas públicas, logo não conta para o deficit,

b) Quando for altura de pagar, o Estado emite obrigações e paga tudo duma vez, fazendo uma "passagem ao Ás", versão orçamental - passa directo para dívida pública sem nunca ter contado para as contas do "saldo orçamental".

 

Uma sugestão: que tal, já que se fala tanto em reformas fiscais, começar por esta:

Alargar o perimetro orçamental para incluir despesas do Sector Empresarial do Estado e alterar a optica de contabilização da despesa?

 

O contribuinte agradecia que começasse a haver a "necessidade imperiosa" de deixar de gozar com ele!

E que tal irem "gozar com o D. Pedro"!?

Guilherme Diaz-Bérrio, 14.10.09

Reforma fiscal

 

Peritos querem imposto especial sobre café, refrigerantes e sacos de plástico

 

Café, refrigerantes, latas, embalagens e sacos de plástico poderão sofrer um aumento de preço, caso o próximo Governo acolha a proposta do grupo de trabalho a quem encomendou um estudo sobre a política fiscal de lançar impostos especiais sobre o consumo (IEC) sobre estes produtos. 

 

(...)

 

Em defesa deste agravamento da tributação aparecem dois argumentos: o estímulo de hábitos de consumo ambientalmente mais sustentáveis e a necessidade imperiosa de compensar a perda de receita fiscal. 

 

Fonte: Jornal de Negócios

 

"Necessidade imperiosa de compensar a perda de receita fiscal"?! E pararem de gozar com o contribuinte? Não seria também uma "necessidade imperiosa"?!

Sócrates é o máximo!

jfd, 10.02.09

A Administração Fiscal vai acabar com o sigilo bancário aos contribuintes que evidenciem sinais exteriores de riqueza. A medida será introduzida durante este ano, como revela o Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC) para 2008-2011 aprovado no Parlamento a 29 de Janeiro e já enviado à Comissão Europeia, e passa também pela cobrança imediata do imposto correspondente à riqueza exibida pelos contribuintes em imóveis ou carros quando o rendimento declarado não permita a aquisição do património em causa. (...)

 

in Correio da Manhã