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PSICOLARANJA

O lado paranóico da política

PSICOLARANJA

O lado paranóico da política

Estas não precisaram de quotas!

Margarida Balseiro Lopes, 08.12.08

Ouvi há pouco um destacado comentador bloquista a defender a lei da paridade, aprovada em 2006 pelo BE e pelo PS. Dizia que a partir de 2009 passaríamos a ter mais de 20 mil mulheres envolvidas na vida política.

 

Para quem tem acompanhado a já turbulenta discussão de listas às próximas eleições, nomeadamente as autárquicas, é no mínimo confrangedor ouvir este tipo de demagogias que mais não é do que o profundo desconhecimento da realidade.
Como (ainda) não se produzem mulheres activas e interventivas de um dia para o outro, o que será feito em muitas juntas, câmaras, assembleias municipais (sem falar nas outras duas eleições…): recrutamento de irmãs, mulheres, mães e quiçá avós dos senhores (re)candidatos.
Quando esta via se esgotar, haverá ainda lugar para, depois de eleitas, convidar as mulheres a suspenderem o mandato.
Sem esquecer, ainda, os habituais convites a verdadeiras imprestáveis e que muito pouco dignificam a classe política.
Para uns isto é renovação. Para mim, é uma desconsideração do princípio do mérito, descredibilização das mulheres e desprestígio da classe política e das instituições.

É a vez do futuro!!!

jfd, 01.05.08
id="BLOGGER_PHOTO_ID_5195194088164135474" />Pedro Passos Coelho é candidato a Presidente do Partido Social Democrata.
Assisti à apresentação da sua candidatura. Foi uma apresentação sóbria, com uma mensagem convicta. Assenta em valores que me fizeram acreditar na mensagem de esperança, renovação e de futuro.
Não menosprezando o grande passado do nosso mui amado partido, centrou-se no que aí vem. As suas declarações estão amplamente divulgadas, e já foram debatidas por todos os pundits do costume. Os dados estão lançados!
Eu apoio o PPC. E apoio porque gostei de ouvir o seguinte:

"Sou um reformista e sou um liberal, não sou de direita nem sou de esquerda, acredito nas pessoas e na sua iniciativa e acredito que são as empresas que criam riqueza, que criam emprego e que criam valor, não é o Estado que cria riqueza e que cria valor"

Explicando...

”Sou um liberal; sou um homem que acredita na democracia liberal. Sou um reformista porque sou contra o imobilismo. Sou solidário; acredito que a sociedade não pode ser uma selva com a lei do mais forte"

Sobre o Estado...

”(...)tem um papel regulador essencial e insubstituível na produção de bens públicos: aquilo que nenhum privado oferece e que no entanto é necessário para toda a gente, é para isso que existe o Estado".

Sobre a Autoridade...

Defendo que o exercício do poder democrático deve ser claro e determinado na defesa do no bem comum. Rejeito, sem hesitar, todo e qualquer autoritarismo»

E para mim, a cereja em cima do bolo...

” Quero uma liberdade responsável, onde cada um possa viver com a consequência das suas decisões. Esta candidatura vai falar de liberdade, com liberdade.

PPC acredita também na meritocracia, acredita que um Governo se compõe com os melhores, com os que detêm as ideias, com os que se preocupam.

Tudo isto, para mim, é parte da Visão que antecede a Estratégia que deverá delinear um programa de um novo PSD; Um Partido virado para o reformismo, para o liberalismo humanista com consciência social, tudo muito bem e realisticamente doseado.

Como poderia eu, não estar em linha com este pensamento?
Segue o meu voto de confiança e que não seja defraudado. Os Líderes existem, porque os militantes existem :P E que esta campanha tenha isto sempre presente!

Para as outras candidaturas desejo as maiores felicidades, e que continuem a dignificar o grande partido que nos une!

E como já (bem) disse anteriormente;

Para mim, é tempo de dar lugar aos novos. Novas ideias, novos pontos de vista, novas formas de pensar e viver o PSD.
Por mais que me custe deixar de votar em A ou B. Sempre os terei no lugar especial que merecem. Mas agora, com licença; É a vez do futuro.
Tenho dito!