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PSICOLARANJA

O lado paranóico da política

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O lado paranóico da política

António Costa afunda PS

Ricardo Campelo de Magalhães, 19.06.15

Poderão dizer que Tsipras tem mais culpa que Costa. Há quem diga com uma determinada razão que...

O medo que Portugal se transforme numa Grécia e de se voltar ao despesismo do passado começa a ter vantagem sobre o medo da austeridade - parece que o falhanço do projeto Syriza está a fazer moça na esquerda, a ideia que os sacrifícios que os portugueses fizeram estão a surtir efeitos positivos começa a pegar.

Poderão dizer que a responsabilidade é da solidez da coligação (a 1ª a chegar ao fim do mandato) e que a responsabilidade é da falta de erros desta - repetindo o famoso adágio "Em Portugal as eleições não se ganham, evita é que se percam".

Poderão até dizer que a responsabilidade é de todos os casos mediáticos, o de Sócrates acima de todos, que atingem a imagem do PS seja qual for o seu líder.

Mas não deixa de ser deveras curioso que, quando António Costa foi eleito precisamente com a desculpa de que António José Seguro "não descolava" nas sondagens, este veja agora a sua votação colapsar de 45 para 37, perdendo para a coligação e para o previamente quase defunto BE.

Realmente, em Portugal as eleições não se ganham, perdem-se. E o futuro do país só tem a agradecer pelo serviço prestado por António Costa e todos os seus erros e zigue-zagues!

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Imagens retiradas deste interessante post de Alexandre Luz no blog KGB.

Quando o Rato abandona o navio

Pedro Miguel Carvalho, 30.01.13

 

Todos sabemos que os ratos são os primeiros a abandonar os navios quando os problemas acontecem.

Assim tem sido em Portugal, aqueles que andam pelos lados do Rato, têm com facilidade abandonado este grande navio que é o nosso país, quando o mesmo se começa a afundar, avulsas vezes por culpa das suas manobras arriscadas. Depois de estar o navio quase no fundo,, tem sido normal o PSD ser chamado, como se de uma brigada de elite se tratasse, para evitar a catástrofe.

Esta história que acabo de contar, já todos conhecíamos, o estranho é que agora, a agenda do Partido Socialista e de alguns dos seus militantes tem dominado a actualidade política, sem qualquer preocupação pelo país ou por arranjar propostas para tal.

Não gosto de Seguro, nem do seu estilo de fazer (ou tentar fazer) política, contudo, não posso aceitar que algumas personalidades do PS sobreponham a sua agenda ao interesse nacional.

António Costa, político pelo qual até nutria alguma simpatia, não está a ser sério. António Costa está a querer abalar o Partido Socialista e chegar ao poder a todo o custo.

Passamos o dia com Costa, o quase candidato.

Adormecemos com Costa, o candidato.

Acordamos com Costa, o quase candidato de novo.

Desta vez, parece que o Rato fugiu mesmo do seu próprio navio.